Operação barriga zero











{25/11/2011}   Mais do mesmo

É, voltei pra reclamar do mesmo assunto. De novo, mais uma vez, ouvi a fabulosa frase “você esta escolhendo demais”.

Dai eu parei pra pensar porque tanta gente, de tantos círculos sociais diferentes, tem essa mesma impressão. Será que sou eu que passo essa imagem de “mulher difícil” ou será que na cabeça dessas pessoas é inadmissível uma mulher de 34 anos, bonita, inteligente, independente, gente boa, estar solteira por falta de opção?

Eu acho que é a segunda opção. Já ouvi muito que é impossível alguém como eu estar sozinha porque quer. Já ouvi gente dizer que não acredita que eu não tenho companhia pra sair ou que estou há 5 anos sem namorado.

E olha que eu conheço gente interessante o tempo todo. De verdade. E por interessante eu não tomo como bonito, ate porque, beleza nunca foi prioridade na minha vida. Do primeiro ao ultimo namorado, todos eram de normais a feios. Mas todos eram de boa família, de bom caráter, nunca levantaram a voz pra mim. Enfim, eram interessantes.

E de todos os caras interessantes que eu conheço por semana, 99% tem namorada. E 99% das namoradas ou são Barbies ou tem um bom sobrenome, ou as duas coisas.

           Mas o que é uma namorada Barbie, minha gente?

Barbie é aquela moça geralmente abaixo dos 25 anos, universitária, loira, pele lisinha, bunda idem, perna torneada em horas de academia com o personal, silicone recém colocado e ate uma lipo incluída. Enfim, aquela moça perfeita pra desfilar na bacutia e deixar os amigos com muita inveja.

Como que eu, no alto dos meus 34 anos, algumas rugas, e nenhum tempo pra academia vou concorrer? É o grande problema de ter chegado 2 minutos atrasada para conhecer os caras interessantes que já tem namorada.

Mas e os 1% que não tem namorada? Para eles, a reciproca não e verdadeira.

É minha gente, não ta fácil pra ninguém. Mentira, tá super fácil para as barbies.. hahahahahaha

Beijos



Ontem minha querida amiga Renata postou no Facebook um desabafo. Ela foi fazer um Ultrasom e o medico perguntou quantos anos ela tinha, ela disse: 32, ele perguntou se ela tinha filhos, ela disse que não, e ai ele disse: olha, corre porque senão não da mais tempo.

Hahahah tem que rir pra não chorar. Mas a Re passou por uma situação que eu achei só tinha acontecido comigo (e de forma recorrente, minha gineco adora me lembrar que meus óvulos estão envelhecendo). Mas eu percebi que todas as mulheres com mais de 30, solteiras e sem filhos estão sofrendo bulliyng.

Quero deixar bem claro que o fato de estar com mais de 30 não me incomoda. A idade não me incomoda. O que me deixa extremamente puta é o fato de as pessoas acharem que estamos aqui por opção.

Sabe uma frase que eu ouço com uma incrível frequência? “Nossa, acho que você esta escolhendo demais. Como pode uma mulher linda, inteligente, independente, bla bla bla estar sozinha. Só pode estar escolhendo.”

Acho que as pessoas visualizam uma fila quilométrica de homens com senha atrás de mim e eu fico “você sim, você não, você.. hum, volta pro fim da fila e tenta de novo em seis meses.

Pois sinto informar que isso é pura ilusão. Estou chegando aos 35 solteira e sem filho porque não existem mais na minha faixa etária homens disponíveis para relacionamentos sérios. Nós temos muitos gays, muitos meninos novos a fim de curtir, homens mais velhos que já passaram por casamento e já tem filhos e não querem repetir a experiência, e pra fechar com chave de ouro, nós temos uma linda estatística de 8 mulheres para cada homem nesse lindo estado do Espírito Santo.

E ai, como proceder?

Poise, minha gente, não é por opção. Não é por opção que eu não vou mais em boate porque não tenho mais amigos solteiros, não é por opção que eu só vou para barzinho com os amigos “casados” (e eu não to reclamando, amo todos meus amigos). Não é por opção que eu fujo de chás de bebe e festas de criança por não ter assunto com as mulheres presentes. Não é por opção que eu vejo meus óvulos criados com tanto carinho envelhecerem e seres desperdiçados. Não é por opção que eu to há 5 anos sem namorado.

Mas eu também acho que ninguém deve se desesperar. Se nada acontecer ate os 40, foi culpa da seleção natural.. hahahaha

Então, meus amigos, o que nós, mulheres solteiras e sem filhos, com mais de 30 pedimos é que vocês sejam mais delicados com a gente quando forem tratar desse assunto. Não estamos aqui por opção nossa, estamos aqui por opção deles.

Um beijo



Ontem de manha tivemos a primeira aula pratica nas pacientes. Vou dizer que num mundo ideal, todas as paciente seriam magras e todos os ovários seriam visíveis. Alias, vamos combinar que o único medico que gosta de gordo é o cirurgião bariátrico.. hahahaha

Assim, só fizemos exame pélvico (pela barriga, pra quem não entende), então não da pra ver muita coisa (útero, ovário, coisa e tal). E só tive uma paciente com um cisto de ovário, as outras todas tinham exames normais, então foi meio assim, pra treinar o olho.

A tarde, aula teórica, coisa e tal. Fui no supermercado comprar umas comidinhas porque não vai rolar de ficar comendo fora (leia-se porcaria) todo dia no jantar ( o curso oferece almoço, muito bom por sinal).

Ontem fez muito frio aqui, e minha garganta que já tava uma bosta por causa da poluição, deu uma piorada. Então o pessoal do albergue ficou meio entocado. Aproveitei pra dar uma estudadinha.

Hoje vai ter churrasco por aqui e temos 8 indios xavantes como hospedes. Amanha conto como foi.

beijos



Ontem foi o primeiro dia de aula no cetrus. Tem muitos médicos de todo lugar do Brasil e até da Bolívia. A estrutra deles também é sensacional. Tive o dia inteiro de aulas teóricas sobre física (e eu achando que nunca mais na vida eu ia estudar física) e no final do dia tive o primeiro contato com o aparelho. De cara nos entendemos muito bem. Achei o manuseio fácil, como se fosse um vídeo game. O problema é treinar o olho para identificar as estruturas. Preciso fazer uma pausa para dizer que controlei bem o sono, já que fui dormir as 3 da manhã esperando o show do Guns no rock in rio.
Voltei para o albergue, sai com o pessoal para fazer um lanche e depois conversei com meu pai e minha mãe pelo skype. Sim, meus amigos, meu pai aprendeu a usar o skype. Minha conta de telefone agradece.
E ai que o povo do albergue resolveu abrir uma garrafa de vinho para assistir um filme. Confesso que resistir no início, afinal era segunda feira, mas acabei cedendo. Assistimos Nova York, eu te amo, tomando vinho e comendo pipoca.
Agora to aqui na clínica fazendo exames nas pacientes, no próximo post eu conto como foi.

Beijos



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Bom, não sei se todo mundo ta sabendo, mas hoje eu cheguei a São Paulo pra fazer 3 módulos de um curso de ultrasom, e isso tudo vai levar um mês. E como hotel ia ficar super caro, um amigo me indicou um Hostel na saúde.
Estou escrevendo nesse momento do hall, sentada com uma galera, uns jogando dama, um alucinado com o show do evanescence que ta passando no multishow e ainda descobri um cara que também veio fazer o curso, só que pra urologia.
O clima é bem legal, por enquanto só uma estrangeira (holandesa) e um cara do acre. Rsss.
Mas o que mais me surpreendeu foi o tamanho dos quartos: enormes. Nem de longe lembra os hostels apertados da europa. O banheiro é do tamanho de um quarto. Adorei
Já sai para jantar com uma amiga e to aqui não espera do show do Guns.

Beijos a todos



{18/08/2011}   Conversinha com Deus

Ontem a noite antes de dormir, resolvi ter um particular com Deus. Na verdade, foi mais um monologo, mas eu estava precisando falar mesmo.

Então, que todo mudo já me ouviu falar que eu queria ter um marido rico e virar dondoca. Mas todo mundo que me conhece sabe muito bem que eu não aguentaria ser dondoca. Eu ralei muito pra chegar ate aqui e não ia desistir de tudo assim, pra ficar fazendo nada da vida.

Então eu fui perguntar pra Deus porque eu ainda não encontrei um cara legal pra me fazer companhia? Não peço muito. Queria que ele fosse legal, divertido, leal e compreensivo. Que se divirta comigo e se divirta sem mim sem que isso se torne um drama. Que goste das mesmas coisas que eu e se não gostar, que isso não seja um drama. Fui perguntar pra Deus se tá difícil de achar algum exemplar por ai. Ou se ele achava que talvez eu não devesse procurar por essa pessoa porque minha missão na terra seja outra que não ter uma família.

Mas eu pedi a ele que me desse uma luz. Que me orientasse. Devo continuar procurando? Será que essa pessoa existe? Ou é um ideal que nunca encontrarei. Que são qualidades que não cabem juntas na mesma pessoa? Se a minha missão é outra, então Deus, me mostre esse caminho.

Dai eu acabei pegando no sono e não sei se ele me respondeu.  Mas o pedido esta feito. Então, como diz @nairbello, vamos acompanhar.



{11/08/2011}   Aos meus amigos

Eu estava querendo escrever sobre isso ha um tempão, e agora surgiu essa doença do Gianechini então eu vou aproveitar o mote. Ele anunciou hoje que esta com linfoma, e prontamente eu vi um monte de gente comentando, mandando boas energias, e também vi comentários do tipo: poxa, tadinho, tão novo, tão saudável, essa doença não escolhe sexo, raça, cor ou credo. Verdade, a mais pura verdade. Mas o que muita gente não sabe ou não se lembra é que o câncer depende basicamente de duas coisas: o fator genético e o fator ambiental. Com o primeiro, não da pra fazer muita coisa, a ciência ainda engatinha para a pesquisa genética, mas o segundo, esse sim, pode ser evitado. E a gente sabe que a maior causa ambiental de câncer é o cigarro. Ele causa mutações que levam ao câncer de esôfago, de garganta, de estomago, de bexiga e o famigerado câncer de pulmão, entre outros.  A maioria deles e silencioso, e quando você percebe, já não da mais tempo de fazer muita coisa. E não sei se todo mundo sabe, mas eu parei de fumar a seis meses. E foi a melhor decisão que eu tomei na minha vida. Parei porque quis, porque estava de saco cheio, mas principalmente, porque cada vez mais eu tenho visto pessoas com 40 e poucos anos morrendo, de câncer, de infarto, de AVC. E eu já tenho 35. São muito jovens pra morrer, e provavelmente começaram a fumar como eu, lá pelos 16, 17 anos. Ou seja, mais de 20 anos de cigarros.  Há algumas semanas eu atendi pelo Samu um cara de 42 anos, com câncer terminal de garganta.  Eu só pensava nos meus amigos fumantes (e são muitos) que estão todos na minha faixa etária e fumam desde novos. Pra 40 só faltam cinco ou menos. Não quero fazer às vezes de ex-fumante chata, mas me angustia a ideia de ver alguém que eu amo, doente.

Acho que repensarem seus hábitos é uma coisa boa. Meu sonho era ver todo mundo se exercitando, com algo que goste. Não adianta também se matar na academia se você odeia. Encontre algo que te dê prazer. Saia do sedentarismo. Comece a pensar em parar de fumar. Eu sei que é bom, eu mesmo ainda sinto falta, não me considero ex-fumante, porque ainda estou em processo, mas eu não quero voltar. Nosso corpo não responde mais como respondia aos 20 anos. Tudo é mais lento. E eu não quero ser uma senhora de 50 anos, com aparência e doenças de 70 anos.

Não sei se isso vai fazer diferença na vida de alguém, mas eu só queria dizer que ser saudável é muito legal.

Beijos



Na verdade eu não cheguei na frente, mas foi a minha vitoria pessoal.

Desde sempre, eu via a corrida das 10 milhas como algo inalcançável para mim, ainda mais que era fumante. Sempre ia ver a largada e pensava: nunca conseguirei correr 16km. Eu faço minhas corridinhas, como todo mundo sabe, mas assim, 3, 5km e à noite. Correr 10 milhas e no sol era algo inimaginável.

Pois bem, há 6 meses eu parei de fumar (sem ajuda de nenhum remédio nem tratamento, só na base da vontade) e comecei a conversar com gente que já correu, gente que nunca fez preparação nenhuma, e comecei a me animar.

E fiz minha inscrição. Continuei correndo como fazia antes, só que com um tênis novo, porque o meu antigo estava começando a me dar dores nas panturrilhas, dores que eu tive 1 semana antes da prova. Achei que não conseguiria. Mas o grande dia chegou

Fomos para a largada (meus pais foram la me dar apoio moral). Muita muita gente mesmo, não consegui encontrar quase ninguém

Dada a largada, lá fui eu

Os 5 primeiros kilometros são de adaptação para o corpo e confesso, são bem cansativos. Consegui correr ate próximo o shopping Vitoria, depois caminhei um pouco ate a assembleia, e corri novamente ate a subida da terceira ponte, onde se completaram os 5km. Nem pensei em subir a ponte correndo, fui caminhando e tirando fotos.

Desci a ponte já correndo (porque pra baixo todo santo ajuda) e peguei o embalo da coisa, fui ate a praia da costa num trote lento e constante. O legal é que o pessoal em Vila Velha te incentiva, grita seu nome “vamos Letícia, ta chegando falta pouco” Bem legal. Chegando na praia da costa, dei uma caminhada rápida ate o clube libanês, e novamente corri ate próximo ao Hospital Antonio Bezerra. Foi quando eu comecei a cansar. Faltavam mais ou menos 4 kilometros e eu não ia desistir. Meus pés começaram a doer com as bolhas, então resolvi correr 5 minutos e caminhar 5 minutos ate a chegada. Calculei 2:15h mas o cansaço final me fez chegar em 2:22:08 (tempo oficial do chip).

Foi uma sensação indescritível de vitoria. Ainda mais que eu cruzei a linha de chegada ao som de “Greatest Day” do Take That, que alias me acompanhou durante todo o percurso (lógico que eu não ia deixar o Robbie me abandonar logo agora. rss). E a musica diz assim: Today this could be, the greatest day of our lives, before it all ends, before we run out of time.

Foi realmente um grande dia. E quando eu cheguei em casa eu só queria dormir, porque é um desgaste físico muito grande, mas vale muito a pena. E eu só pensava nos meus amigos. Queria tanto que eles gostassem de alguma atividade física, algo que os desse prazer e os fizesse sair dessa vida sedentaria-fumate-bebedorade cerveja. Gostaria que todo mundo pudesse sentir esse gostinho de vitoria, de ter superado um desafio. Mas enfim, cada um sabe do seu. Eu estou muito feliz de ter conseguido e mês que vem já tenho uma corrida de 10k agendada.

E vamos que vamos.



Gente, essa semana eu trabalhei que nem uma condenada. Comecei terça passada e só parei ontem. Dai eu fiquei pensando, porque eu não nasci rica? Mas tipo, rica que não precisa trabalhar, sabe? Não rica que precisa trabalhar pra manter o patrimônio.

To trabalhando assim pra poder pagar as contas da minha ultima viagem, viagem da qual ainda não me recuperei. Ainda estou em depressão pós viagem (e já faz 1 mes). Morro de saudades de Londres, todos os dias. Morro de saudades de Wembley, do show, do Robbie.

E ai pra poder matar essa vontade de viajar, vou pra São Paulo no feriado de 7 de setembro.

Vou encontrar velhos amigos e conhecer “pessoalmente” amigos que já moram no meu coração há anos, aqueles que eu digo  “nunca te vi, mas sempre te amei”

Dar um tempo da província vitoriana, porque olha, ta cada vez mais difícil, viu?

E mudando um pouquinho de assunto, decidi fazer um curso de Ultrasom. Faz parte do projeto  “coisas a fazer para mudar a vida e sair do marasmo”. Ano que fez faço 35 anos, 10 de formada, 5 trabalhando com emergência, e já to ficando cansada dessa vida. Não quero morrer dando plantão no Dorio Silva salvando bandido. Quero começar a diminuir o ritmo, quero ter mais qualidade de vida, mesmo que isso signifique, por um momento, ganhar menos.

Ai Deus, porque eu não nasci com a vocação da dermatologia? Se bem que eu tenho dois amigos dermatologistas, um ta de saco cheio de consultório de estética, o sonho dele era ficar tratando pereba e a outra tem saudades dos tempos de emergência. Vai entende né?

Ah sim, voltei pra academia e pro personal. Depois que parei de fumar, engordei 8 kilos (aiiiiiiii). Hoje vou fazer uma aula de Jump fit (de ficar pulando naquela mini cama elástica). Vamos ver se eu aguento.

E vocês, como estão?

XOXO



Eu fiz um post tempos atrás sobre ter ido ao cinema sozinha. Já fui de novo e foi bem melhor que a primeira vez. Esta sendo um exercício evolutivo.

Na terça feira, um colega de trabalho pediu para trocar o plantão: ele faria a minha quinta feira a noite e eu faria a quarta dele. Aceitei e pensei: quinta feira, dia de ir com as meninas pra boate, né? Fiz meia dúzia de ligações, mas descobri que a boate que eu queria ir (e que eu tinha ingressos comprados nesses sites de compras coletivas) não abria na quinta feira. ¬¬

Então, plano B em ação, iríamos conhecer a boate nova, que estava bombando. No meio do caminho as meninas foram desistindo por problemas particulares e tal. E eu queria muito muito ir. Tinha me preparado psicologicamente pra ir. Queria dançar. Fiquei meio frustrada

Mas ai pensei: acho que pode ser uma oportunidade para evoluir mais um passo no movimento “como viver sozinha”. Fiz uma enquete no FB e todo mundo apoiando minha ida sozinha.

Então, tomei banho, fiz minha maquiagem, passei meu perfume novo, e fui para o aniversario de uma amiga, que rolava antes. Uns choppinhos depois, parti pra Royal.

Já na fila comecei a bater papo com duas amigas, e enquanto esperava a casa abrir fui no bar ao lado comprar uma cerveja, e, vejam vocês, encontro nosso personal garçom, Baiano, trabalhando la (depois que o carioca fechou, não sabia o paradeiro dele).

Entrei e não estava muito cheio, fui pegar uma cerveja no bar (8 reais a Stella, ui) e já de cara adorei o DJ, musicas do jeito que eu gosto. Fiquei ali na área dançando (as amigas já tinha se jogado no meio da pista), encontrei um conhecido aqui, outro ali.

E vou dizer que não me senti estranha, as pessoas não estavam reparando se eu estava sozinha ou acompanhada de alguém. Me senti bem, ali, dançando, curtindo minha musica, tomando minha cara cervejinha. Ate chegou um bonitinho pra conversar comigo, perguntando o que eu estava achando da casa e tal.

Enfim, eu me diverti. De verdade. A diversão só acabou quando a bandinha do tal global entrou e começou a tocar o rappa. Affe. Mais meia hora de jota quest, skank e legião urbana eu desisti e fui embora. hahahaha

Mas fui embora feliz por ter vencido mais esse obstáculo. Vou repetir a experiência porque tenho certeza que vai ser melhor.

Obrigada a todos os envolvidos nessa empreitada.

Proximo desafio: viajar sozinha



et cetera